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    Início » Violência contra crianças em favelas: o relato de uma mãe que precisou fugir do Complexo da Penha
    Brasil

    Violência contra crianças em favelas: o relato de uma mãe que precisou fugir do Complexo da Penha

    Vinicius LimaPor Vinicius Limanovembro 2, 2025Nenhum comentário2 minutos lidos
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    Há histórias que parecem ficção — até acontecerem com alguém que poderia ser nossa vizinha, colega de trabalho, amiga de igreja. Foi assim com a mãe que procurou Carla Castro, terapeuta parental, para compartilhar um relato que carrega dor, medo e a força de quem decidiu proteger sua filha custe o que custar.

    Ela nasceu e cresceu no Complexo da Maré. Sempre afastada da criminalidade, cristã, trabalhadora, conhecida por manter uma boa reputação na comunidade. Com o casamento, mudou-se para o Complexo da Penha, em uma época considerada relativamente tranquila.

    Mas a paz tem prazo curto onde o crime manda.

    Com o fim das ações de ocupação policial, os conflitos e o poder paralelo voltaram a dominar o território. E em dezembro de 2024, o pesadelo dessa família ganhou nome, rosto e ameaça: um gerente do tráfico da região decidiu que queria “namorar” sua filha de apenas 10 anos.

    Sim, dez anos.

    Eles foram avisados que o criminoso viria buscar a menina dentro de poucos dias para torná-la sua “mulher”. Desde então, passaram a ser vigiados dia e noite. O terror psicológico substituiu qualquer sensação de lar.

    E entre perder tudo e perder a filha, a escolha foi imediata.

    Sem anunciar a ninguém, colocaram poucas roupas em mochilas escolares, entraram no carro fingindo que as crianças iriam para a aula e nunca mais voltaram. Deixaram casa, bens, memórias — tudo para trás. Começaram do zero, com dívidas para conseguir alugar um novo local e o coração ainda em sobressalto.

    A rotina? Reclusão. Medo constante. Uma infância interrompida pela violência que nem deu um tiro — apenas tomou o que quis.

    “Eles não querem saber se é novinha, se é filha de gente do bem. Eles simplesmente tomam nossas meninas e destroem nossas famílias”, desabafou a mãe.

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