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    Início » Base aliada de Lula racha sobre impeachment de Alexandre de Moraes
    Brasil

    Base aliada de Lula racha sobre impeachment de Alexandre de Moraes

    Vinicius LimaPor Vinicius Limaagosto 4, 2025Nenhum comentário3 minutos lidos
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    Nos últimos dias, o cenário político em Brasília esquentou.
    Um levantamento do Poder360, baseado no site votossenadores.com.br, revelou que 34 senadores já declararam apoio ao impeachment do ministro do STF, Alexandre de Moraes. O dado, por si só, já chama atenção. No entanto, o que realmente surpreende é que 14 a 15 desses votos são de senadores da própria base aliada do presidente Lula.

    Os números do momento

    Para que o impeachment avance, é necessário o apoio de 54 senadores (dois terços da Casa).
    Atualmente, a contagem está assim:

    • Favoráveis: 34
    • Contrários: 19
    • Indefinidos: 28

    Ou seja, ainda falta muito para que a proposta saia do papel. Por outro lado, o sinal de alerta para o Planalto já está aceso.

    O peso da base de Lula no placar

    Entre os favoráveis, encontramos nomes de partidos que ocupam ministérios e cargos estratégicos no governo federal. Além disso, a lista inclui legendas de peso como:

    • União Brasil – 4 senadores
    • Republicanos – 3 senadores
    • PP – 3 senadores
    • PSD – 2 ou 3 senadores
    • PSB – 1 senador
    • MDB – 1 senador

    Portanto, a dissidência não vem apenas da oposição, mas também de dentro do próprio bloco que sustenta o governo.

    Alguns nomes na lista

    A relação completa inclui figuras conhecidas, como:

    • Alan Rick (União–AC)
    • Alessandro Vieira (MDB–SE)
    • Marcos Pontes (PL–SP)
    • Carlos Portinho (PL–RJ)
    • Carlos Viana (Podemos–MG)
    • Cleitinho (Republicanos–MG)
    • Damares Alves (Republicanos–DF)
    • Flávio Bolsonaro (PL–RJ)
    • Hamilton Mourão (Republicanos–RS)
    • Izalci Lucas (PL–DF)

    Assim, é possível notar que a pauta une nomes da oposição e de parte da base oficial.

    Contexto político e pressão internacional

    O momento é ainda mais tenso por conta da recente sanção dos Estados Unidos contra Moraes, baseada na Lei Magnitsky.
    A medida restringe transações financeiras do ministro em solo americano e repercutiu fortemente no Brasil. Diante disso, Lula reuniu ministros do STF para um jantar e prometeu uma manifestação formal contra as sanções.

    O que isso revela?

    1. Fissuras internas – A presença de senadores da base no grupo pró-impeachment mostra que nem todos estão alinhados com a defesa irrestrita de Moraes.
    2. Caminho longo no Senado – Mesmo com os 34 favoráveis, ainda faltam 20 votos para o mínimo exigido.
    3. Clima institucional delicado – A tensão entre os Três Poderes se intensifica, e a relação entre Executivo e Judiciário passa por turbulência.

    Olhando para frente

    O avanço do impeachment dependerá de:

    • Mudança de posicionamento de senadores indecisos.
    • Pressão popular e articulação política.
    • Decisão do presidente do Senado em pautar (ou não) o processo.

    Logo, o mais provável é que o caso sirva como termômetro da relação entre o governo e o STF — e de como a base aliada pode se fragmentar diante de crises de alta repercussão.
    O apoio expressivo de senadores governistas ao impeachment de Moraes não garante o resultado final. Contudo, deixa claro que a blindagem política do ministro não é tão sólida quanto parecia. Por fim, esse episódio deve marcar os próximos capítulos da política brasileira em 2025.

    Leia também Associação dos Guardas Municipais de Vitória da Conquista Apresenta Estrutura e Projetos em Entrevista

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