O presidente da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista, Ivan Cordeiro, participou de uma reunião institucional para discutir o tema da Campanha da Fraternidade 2026. O encontro ocorreu com o Arcebispo Metropolitano Dom Vítor Aguinaldo de Menezes.
Além do presidente da Câmara, estiveram presentes os vereadores Luís Carlos Dudé e Cris Rocha, assim como o Padre Geneildo Almeida Lima. A reunião reforçou o diálogo entre o Legislativo municipal e a Igreja Católica.


Campanha da Fraternidade traz moradia para o centro do debate
Em 2026, a Campanha da Fraternidade aborda o tema “Fraternidade e Moradia”. A proposta convida a sociedade a refletir sobre o direito à moradia digna como expressão de justiça social e fraternidade cristã.
Além disso, o lema da campanha — “Ele veio morar entre nós” — destaca a necessidade de ações concretas diante da realidade habitacional brasileira. O debate ultrapassa o campo religioso e alcança as políticas públicas.

Habitação popular é prioridade do Legislativo
Durante a reunião, os vereadores reafirmaram o compromisso da Câmara com a habitação popular em Vitória da Conquista. A falta de moradia digna afeta diretamente milhares de famílias no município.
Por esse motivo, o Legislativo aprovou, de forma unânime, a indicação de R$ 30 milhões para a construção de casas populares. O investimento busca reduzir o déficit habitacional e garantir mais dignidade às famílias de baixa renda.
Igreja defende ampliação do diálogo com a sociedade
Na ocasião, Dom Vítor destacou a importância de ampliar o debate sobre moradia. Segundo o arcebispo, o tema precisa envolver toda a sociedade, incluindo poder público, Igreja e movimentos sociais.
Para ele, garantir habitação vai além da infraestrutura. Trata-se, sobretudo, de assegurar dignidade humana e justiça social.
Parceria fortalece ações sociais no município
A aproximação entre a Câmara Municipal e a Igreja Católica demonstra maturidade institucional. Além disso, fortalece iniciativas voltadas à redução das desigualdades sociais.
Por fim, o encontro reforçou que garantir moradia digna não representa apenas uma política pública. Trata-se de um direito fundamental. A Câmara segue comprometida com ações que contribuam para uma cidade mais justa, inclusiva e humana.





