O deputado estadual Diego Castro voltou a defender, com firmeza, a preservação da língua portuguesa na educação pública da Bahia. Em publicação recente, o parlamentar reafirmou ser totalmente contrário ao uso da linguagem neutra em escolas, editais e materiais oficiais do estado.
Segundo Castro, a prioridade precisa ser o aprendizado das crianças. Ele afirma que a escola deve proteger a inocência e garantir ensino claro. “A única coisa neutra que presta é isso aqui: somente”, disse, apontando para seu argumento de que a comunicação não deve receber alterações sem estudos e consenso social.
Além disso, o deputado ressalta que sua proposta busca apoiar a inclusão. Ele acredita que a linguagem neutra pode gerar barreiras para pessoas surdas, disléxicas ou com deficiência visual. Esses grupos já enfrentam dificuldades. Portanto, mudanças bruscas, segundo ele, podem prejudicar ainda mais a compreensão e a acessibilidade.
Diego Castro também cita a Constituição Federal. O artigo 13 estabelece o português como idioma oficial do país. Desse modo, ele entende que a adoção de símbolos, como @ ou X, descaracteriza a estrutura da língua e causa insegurança linguística.
O parlamentar reforça que não quer excluir ninguém, sobretudo pessoas LGBTQIA+. Entretanto, para ele, a minoria não pode impor mudanças que afetem toda a população escolar. A prioridade, afirma, deve ser manter o foco no ensino correto e no desempenho dos estudantes.
Além disso, Castro lembra que a língua portuguesa já é considerada complexa. Crianças em alfabetização precisam dominar regras, sinais e pontuações. Inserir novas formas de escrita agora, segundo ele, seria uma “loucura” e atrapalharia o desenvolvimento escolar.
Ao final da declaração, o deputado fez um chamado direto aos seus eleitores. Ele reforçou que seguirá firme em sua missão: representar o cidadão de bem, os pais preocupados com o futuro e os patriotas baianos que defendem valores tradicionais.
Com isso, o debate sobre linguagem neutra deve continuar no Parlamento baiano. O projeto ainda está em tramitação, e a discussão promete mobilizar setores da educação e da sociedade. Entretanto, Diego Castro deixa claro: enquanto depender dele, a norma padrão do português seguirá sendo o que orienta o ensino no estado.


