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    Vitória da Conquista

    Comerciantes da Ceasa criticam nova Zona Azul Digital e relatam prejuízos no movimento

    Vinicius LimaPor Vinicius Limanovembro 27, 2025Nenhum comentário3 minutos lidos
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    As mudanças recentes na Zona Azul Digital de Vitória da Conquista continuam gerando forte insatisfação entre comerciantes e consumidores. O novo modelo, apresentado pela prefeitura como uma modernização do estacionamento rotativo, ainda enfrenta falhas sérias na prática. Por isso, trabalhadores da Ceasa afirmam que o sistema está trazendo mais problemas do que soluções.

    Aderbaldo: tarifas altas, desorganização e insegurança

    O comerciante Aderbaldo, que trabalha na Ceasa, afirma que as mudanças chegaram “de forma muito ruim”. Segundo ele, não há organização no trânsito nem na gestão da empresa responsável, o que tem causado confusão em toda a área central. Além disso, os usuários relatam dificuldades para encontrar QR Codes e para acessar o sistema digital.

    Outro ponto que preocupa é a cobrança de valores considerados abusivos. Muitos motoristas que ultrapassam o tempo de uso recebem uma taxa de R$ 60, o que assusta a clientela. Como consequência, vários consumidores têm evitado a feira e migrado para supermercados ou estacionamentos privados.

    Aderbaldo também menciona a presença de flanelinhas nas mesmas áreas onde a empresa opera. Isso gera insegurança, dispersa clientes e cria a sensação de que a feira virou “um ponto de comércio da Zona Azul”.

    Jair do Peixe: limite de duas horas prejudica clientes e causa multas injustas

    O comerciante Jair do Peixe apresenta críticas específicas sobre o tempo máximo permitido para estacionar. Ele reconhece que, em parte, a Zona Azul ajuda a organizar o trânsito. No entanto, o limite de duas horas por vaga causa transtornos frequentes.

    De acordo com Jair, muitos clientes levam mais tempo para fazer compras maiores, e por isso acabam multados mesmo com saldo ativo no aplicativo. Ele cita o caso de uma colega que, mesmo pagando o estacionamento, foi multada ao ultrapassar o tempo. A cobrança de R$ 60 deixou a comerciante revoltada.

    Além disso, Jair destaca que o consumidor precisa interromper as compras para mudar o carro de lugar. Isso atrapalha tanto quem compra quanto quem vende. Portanto, ele entende que o sistema deveria considerar a realidade da rotina na Ceasa.

    Comércio sentindo os efeitos

    Assim, o conjunto de reclamações aponta para pontos críticos:

    • Tarifas consideradas altas;
    • Falta de organização da empresa responsável;
    • Multas aplicadas mesmo com saldo ativo;
    • Limite de duas horas incompatível com o ritmo da feira;
    • Insegurança e presença de flanelinhas;
    • Redução de clientes na Ceasa e no centro.

    Enquanto o decreto busca modernizar o estacionamento, comerciantes afirmam que o modelo atual não acompanha as necessidades da população e precisa ser ajustado.

    Necessidade de mudanças urgentes

    Diante dos relatos, comerciantes sugerem melhorias. Entre elas, aumentar o tempo permitido em áreas de grande movimento, reforçar a sinalização e disponibilizar QR Codes em quantidade suficiente. Além disso, pedem mais organização, revisão dos valores cobrados e ações contra a presença de flanelinhas.

    Por fim, eles destacam que o funcionamento adequado da Zona Azul é essencial. No entanto, isso só ocorrerá quando o sistema estiver alinhado à rotina real de quem vive e trabalha no centro comercial da cidade.

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