A suspensão do mandato do vereador mais votado da história de Vitória da Conquista intensificou a crise política no município. Durante entrevista à Band FM, Diogo Azevedo apresentou sua versão dos fatos e fez declarações contundentes, apontando o que classifica como perseguição política.
Logo no início, o vereador abordou diretamente o conflito com a gestão municipal. Segundo ele, “foi uma perseguição exclusivamente da prefeita… tem áudio dela mandado pra mim”, reforçando que possui provas das acusações. Além disso, ele afirmou que o embate ganhou um caráter pessoal: “ela me disse pessoalmente que iria pra guerra comigo”.
Em seguida, Azevedo destacou que identificou uma intenção clara de afastá-lo do cargo. “Era questão de honra tirar o meu mandato”, declarou. Ainda de acordo com ele, houve inclusive uma previsão direta sobre o desfecho da situação: “ela disse que até o São João eu ficaria sem meu mandato”.
Apesar do tom firme, o vereador afirmou que não pretende transformar o episódio em um ataque pessoal. Por outro lado, ele defende que os fatos precisam ser esclarecidos e analisados com transparência. Enquanto isso, o caso segue em análise na Justiça Eleitoral e continua gerando repercussão no cenário político local.
Diante desse contexto, a situação levanta debates importantes sobre perseguição política, relações de poder e os limites das decisões judiciais no âmbito municipal.





